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VENDA DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO RECUA 0,2% EM NOVEMBRO

Setor não se beneficiou da Black Friday, que elevou outros setores do comércio varejista, como avalia o IBGE

Nem uma Black Friday mais forte foi suficiente para assegurar saldo positivo na venda de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação em novembro. Na comparação com o mês anterior, a comercialização desses produtos recuou 0,2%, a terceira taxa negativa consecutiva. Já no confronto com igual mês do ano anterior, as vendas aceleraram 3,5%, como mostra a pesquisa de varejo do IBGE, divulgada nesta terça-feira (15).

No acumulado do ano, as vendas de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação cresceu 0,4%, mas nos últimos 12 meses o índice ainda é negativo em 1,7%. No que diz respeito à receita, em novembro ficou estável na comparação mês a mês, mas cresceu 1,5% na comparação anual. No acumulado do ano, a receita com as vendas nesse setor ainda está negativa em 3,7% e em -5,8% nos últimos 12 meses.

O volume de vendas do comércio varejista cresceu 2,9% em novembro na comparação com outubro. Frente a novembro do ano anterior, a alta chega a 4,4%. O acumulado no ano foi 2,5% em novembro, enquanto o acumulado nos últimos 12 meses ficou em 2,6%.

Além da Black Friday mais forte, o bom desempenho do comércio varejista em geral foi atribuído também à redução da inflação e à recomposição, ainda que tímida, do mercado de trabalho, afirmou o IBGE.

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PEDIDOS MALUCOS PARA PHOTOSHOP: QUERO SER CONTRATADO

Veja um timelapse que mostra o trabalho de um artista gráfico para fazer com que uma foto de perfil do Linked In aumente as chances de conseguir o emprego dos seus sonhos.

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FUNCIONÁRIOS DO GOOGLE ORGANIZAM PROTESTO NAS REDES SOCIAIS CONTRA CASOS DE ASSÉDIO

Campanha 'End Forced Arbitration' no Twitter e Instagram visa conscientizar público geral sobre acordos que limitam direitos em casos de assédio e discriminação

O Google tem sido alvo do escrutínio dos próprios funcionários desde que se confirmou, no ano passado, que executivos do alto escalão da empresa receberam generosas recompensas financeiras em suas demissões, mesmo após serem confirmadas graves casos de assédio. O caso mais notável foi o do criador do Android, Andy Rubin. Reportagem do New York Times do ano passado relatou que Rubin coagiu uma funcionária a realizar **** oral nele. Rubin deixou a companhia em 2014 e, com sua saída, levou um pacote de compensação de 90 milhões de dólares. De acordo com fontes próximas ao caso, o Google teria investigado a acusação contra o executivo e, após ter concluído que era verídica, pediu para o mesmo se demitir.

No ano passado, mais de 20 mil funcionários do Google, em escritórios do mundo todo, deixaram seus postos de trabalho em protesto a forma como a companhia lidou com o assunto. Na última semana, novos processos contra a Alphabet, companhia que detém o Google, surgiram alegando que o conselho da companhia agiu de forma inapropriada ao ter concordado em pagar dezenas de milhões de dólares aos executivos. Os mandantes das ações, que representam acionistas da companhia, buscam uma série de reformas internas na empresa, incluindo aí colocar um fim aos chamados acordos de arbitragem. Estes limitam os direitos legais de funcionários quando eles são alvos de discriminação no ambiente do trabalho.

Segundo informações da Wired, as ações tomarão corpo nesta terça-feira (15) também em forma de um protesto mais amplo nas redes sociais. A intenção é trazer consciência do público geral sobre o tema.

"Acabem com a arbitragem"

Um grupo de funcionários do Google irá publicar informações sobre casos de arbitragem em contas dedicadas no Twitter, enquanto uma conta no Instagram irá publicar depoimentos tanto de especialistas como sobreviventes de assédio sexual e agressão. Os posts serão publicados a partir das 12h de Brasília até as 21h.

De acordo com a reportagem da Wired, o objetivo da campanha é jogar luz às cláusulas de arbitragem forçada que é uma espécie de acordo feito previamente entre funcionários e empregadores que tira o direito do trabalhador de processar uma empresa por abusos no ambiente de trabalho e, sim, resolver o assunto de uma forma privada e não em uma corte pública. Com esses acordos, profissionais não têm alternativa para negociar na contratação. Com o protesto, também espera-se mobilizar funcionários a pressionarem o Congresso a agir e encorajar empregados em outras empresas a exigirem mudanças.

O The Verge lembra que a campanha é, também, uma reação de funcionários frustrados com o posicionamento do Google, depois que a companhia não encerrou os acordos de arbitragem como prometido após a greve de funcionários em novembro.

Os acordos de arbitragem não são exclusivos do Google, como apontou Vicki Tardif, que trabalha no time de busca do Google. Ela, que organizou e falou durante o protesto do Google em Cambridge, Massachusetts, disse à Wired: “Essa não é apenas uma questão o Google. Se todas têm acordos de arbitragem, então não há nenhum caminho para funcionários negociarem”.

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PREPARE-SE: O WINDOWS 7 SÓ TEM MAIS UM ANO DE VIDA

Suporte estendido do Windows 7 para usuários finais será encerrado em janeiro de 2020; empresas poderão pagar por atualizações até 2023

O Windows 7, a versão do sistema operacional da Microsoft mais popular desde o XP está prestes a ser derrubada do telhado: o suporte estendido será encerrado no dia 14 de janeiro de 2020, e a partir dessa data, os usuários finais não mais receberão atualizações de segurança.

Lançado em 2009, o Windows 7 foi uma mea culpa da Microsoft, que viu seus planos naufragarem em relação ao Vista. O então sucessor do XP foi desenvolvido tendo em mente computadores novos, por isso ele exigia recursos consideráveis para a época. A ideia de Redmond era forçar todo mundo a comprar computadores novos, e como a maioria se recusou, o sistema foi muito mal recebido. A crise de 2008 também ajudou a melar os planos.

No fim, a Microsoft mudou sua mentalidade e decidiu que "menos é mais". O Windows 7 foi o resultado de uma otimização de código massiva, ao ponto dele rodar tranquilamente em máquinas otimizadas para o Windows XP. Isso e outros fatores (a repulsa ao Windows 8 e 8.1, por exemplo), ajudou a mantê-lo vivo por uma década, e os usuários se recusavam a migrar para o Windows 10.

Como consequência, o Windows 10 só ultrapassou a base instalada de usuários do Windows 7 em novembro de 2018, de acordo com o site NetMarketShare; na última medição, o primeiro respondia por 39,22% do market share entre usuários da Microsoft, contra 36,9% do segundo. A principal preocupação da Microsoft é o mercado corporativo, ela não quer que aconteça o mesmo que com o XP.

Assim, o suporte estendido do sistema, iniciado em 2015 foi fixado em cinco anos para usuários finais, e todas as versões do Windows 7 deixarão de receber atualizações de segurança a partir de 14 de fevereiro de 2020. Para estes a alternativa será migrar de sistema, preferencialmente para o Windows 10, e claro, se necessário atualizar seus dispositivos.

Para usuários corporativos, a Microsoft manterá as Atualizações Estendidas de Segurança (ESU) para as licenças por volume das versões Professional e Ultimate até janeiro de 2023, mas não só tal opção de suporte é paga, como será cobrada por máquina e o valor será reajustado anualmente. A intenção de Redmond é forçar as empresas a avaliarem o que é melhor e mais barato, se manter o Windows 7 e pagar por atualizações, ou migrar para o Windows 10 de uma vez.

O suporte estendido ao Windows 8.1 será encerrado em 10 de janeiro de 2023, enquanto o Windows 10 possui um regime diferente: cada nova versão conta com 18 meses de suporte para usuários finais e corporativos, sendo a exceção os pacotes lançados no segundo semestre; estes recebem atualizações por 30 meses, mas apenas nas versões Enterprise e Education. Já as versões Enterprise LTSC/LTSB continuam com o ciclo fixo de cinco anos de suporte base, e mais cinco de estendido.

Assim, a Microsoft vai se preparando para fechar as cortinas do Windows 7, enquanto incentiva todo mundo, público e empresas a abraçarem de vez o Windows 10.

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